Simpósio ABOPREV/CORIG
| Simpósio: Troca de Restaurações: Porque e Como Fazer |
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O diagnóstico e o tratamento da doença cárie sofreram grandes modificações nas últimas décadas. A Odontologia migrou da chamada “era da Odontologia restauradora”, onde o diagnóstico e o tratamento da doença eram baseados, quase exclusivamente, no reparo da lesão já estabelecida, para uma Odontologia de Promoção de Saúde. Quando as medidas de prevenção da doença não são efetivas e a doença se estabelece, o resultado é perda mineral com formação de lesão. Quando a lesão atinge estágios avançados, o tratamento de eleição continua sendo o restaurador. Durante muito tempo o dentista considerou o tratamento restaurador como um tratamento definitivo, apesar das evidências ao contrário. O tratamento restaurador não assegura o controle da doença além do fato de que as restaurações têm um tempo de vida útil e são substituídas em diferentes intervalos de tempo. Apesar do declínio da prevalência de cárie dentária durante as últimas décadas, a despeito da evolução da qualidade dos materiais restauradores e das novas orientações dos currículos de Odontologia, a troca de restaurações continua promovendo um grande gasto nos cuidados dentais. A maior parte do tempo clínico do cirurgião dentista é despendida refazendo restaurações. A motivação para essas trocas está baseada, muito freqüentemente, em critérios subjetivos. O presente simpósio se propõe a discutir o embasamento científico para o ato de reparar e/ou substituir restaurações. Coordenação: Ione Baron Ativador: Adair Busato Troca de Restauração por Cárie Secundária Troca de Restauração de Amalgama por Resina Troca de Restauração por Motivos Estéticos Reparo de Restauração |